Publicado por: lilicasinger | dezembro 30, 2011

Epice

No caminho para o Epice, li a crítica sobre o restaurante no blog Boteco do jb. Quem conhece esse blog, sabe como é difícil um restaurante (principalmente os que estão em evidência) receber bons comentários do JB. O post, no entanto é só elogios. Fiquei super animada – e com expectativas altíssimas.

Apesar de eu estar chatinha no dia e ter reclamado de quase tudo (até recebi o apelido de Ruth Reichl), eu adorei o restaurante. Sem dúvida foi o melhor de 2011, e todos os prêmios que o restaurante e o chef Alberto Landgraf receberam no ano foram mais do que merecidos.

O couvert é interessante: eles servem bons pães acompanhados de água numa jarrinha durante todo o jantar. Só conhecia o Le Jazz que fazia isso, e logo de cara o Epice já ganhou pontos. Mas, se for pra escolher entre pedir o couvert ou pedir uma entrada, sugiro se aventurar nas entradas. Alguns pratos do cardápio tem um ingrediente principal que é servido em diversas texturas e é o caso do excelente nhoque de abóbora com abóbora sauté e gelatina de parmesão.

Nhoque de abóbora, abóbora sauté e gelatina de parmesão

Um dos pratos mais atraentes é o polvo cozido em baixa temperatura, gateau de batata, tomate confit e pignoli. Pra quem gosta de polvo essa é a melhor pedida!

Eu comi o robalo com farofa de amêndoas, purê de limão e alho poró. Instruída pelos garçons super bem treinados, provei antes de tudo o purê de limão siciliano – MEU DEUS, é maravilhoso. (A foto ficou muito ruim – vou começar a trocar meus jantares românticos por almoços românticos).

Polvo cozido em baixa temperatura

Para finalizar, seguimos a sugestão do garçon: “Você vai querer a sobremesa excelente ou a sensacional?” Ficamos com a “sensacional”, que é a tarte tatin premiada como melhor sobremesa de São Paulo. De fato, a torta é excelente (e gigantesca), mas não achei a melhor sobremesa de São Paulo. O suflê de goiabada do Carlota ainda é minha preferida.

Tarte Tatin

Os preços estão mais inflados do que os que estão no post do JB. Mesmo assim, achei justo pela qualidade (dos ingredientes, da inovação e do serviço). A conta, com vinho, couvert, entrada, pratos principais e sobremesa ficou em R$ 150 por pessoa. Vale a pena. Vai lá!

Epice

Rua Haddock Lobo, 1002 – Jardins

Tel: 3062-0866

 

Publicado por: lilicasinger | dezembro 4, 2011

Grubster

Vi a novidade do blog da Ailin Aleixo. O Grubster é um site novo, onde é possível fazer reserva em ótimos restaurantes de São Paulo (O Pote do Rei, Eñe, Biondi estão na lista) e ainda ganhar 30% de desconto na conta. Funciona assim: você entra no Grubster, escolhe o restaurante, escolhe o dia, horário e tamanho da mesa e paga R$10 pela reserva (pela reserva e não por pessoa). Depois da sua refeição, a conta final vem com 30% de desconto. Se, por acaso você fizer a reserva e desistir, tem que cancelar no site até duas horas antes do horário marcado, que eles reembolsam seus R$10.  Nada mal, hein? Se alguém já testou o site, deixe comentários por aqui!!

www.grubster.com.br

Publicado por: lilicasinger | novembro 29, 2011

Londres

Depois de um longo inverno, o blog volta a ativa \o/. E, nada melhor do que recomeçar com um post com dicas de Londres. Estive por lá na semana passada e fui em restaurantes muito bacanas, seguindo dicas de uma amiga que mora por lá (Flora, muitoo obrigada!! Amei todas as dicas!).

Jamie’s Italian

Pra começar a aventura gastronômica, visitamos o restaurante do badalado chef inglês Jamie Oliver. O Jamie’s Italian é bem acessível e muito parecido com os programas na TV. O cardápio é engraçado, e tem comentários e não apenas descrições dos pratos. A decoração é divertida e a cozinha bem colorida (com frutas e vegetais que nunca tinha visto na vida). Os pratos são aparentemente simples e fáceis de fazer, e nem por isso pouco saborosos (bem o estilo do Jamie!)

Para começar, provei as “melhores azeitonas do mundo” (como dizia o cardápio). Não achei que eram as melhores azeitonas que já comi na vida, até porque, não tinha gosto de azeitona, mas é interessante.

“Melhores azeitonas do mundo” no Jamie’s Italian

Tiramos fotos de muitos pratos (obrigada Brunno, Maira e Edu pelo empenho!!), mas só vou escrever sobre os pratos que tive chance de provar. Pedi o prosciutto spaghetti, que estava gostoso, mas um pouco salgado demais. O eleito da noite foi o nhoque com gorgonzola (que era um especial do dia) – tudo estava perfeito: combinação dos sabores e de texturas, com uma farofinha crocante, irresistível. Os pratos de massa custam menos do que £10 (um pouco menos do que R$ 30) – achei bem barato para um restaurante de um chef famoso.

Nhoque no Jamie’s Italian

Provei o tiramisu (nada de mais, o da Casa Pizza ainda é o meu preferido) e o brownie, esse sim, maravilhoso. Tinha um toque de mel, e alguma frutinha vermelha, o sabor era tão sutil, que demorei para perceber de onde vinha aquele gostinho diferente.

Tiramisu no Jamie’s Italian

Brownie no Jamie’s Italian

Zizzi (Restaurante de rede)

Londres tem muitas redes de restaurantes que não parecem restaurantes de rede. Um dos exemplos é o Ping Pong, que lá tem em todo canto, e aqui é um restaurante badaladinho. Outro restaurante desse tipo é o Zizzi, tem em todo canto, mas quando você entra em um, tem certeza de que está num restaurante único. A decoração é o máximo, no site já da pra ter uma idéia (entre, vale a pena!!)

Provamos a bruschetta com queijo de cabra e cebolas carameladas, que estava uma delícia, mas vinha com uma saladinha bem mais ou menos. Fiquei apaixonada pela salada de lentilhas com queijo de cabra, abobrinhas, abóboras e hortelã – colorida e muito boa. A massa era gostosa, mas chegou a mesa não muito quente…

Salada no Zizzi

Ravioli no Zizzi

Moro

Localizado na parte Leste de Londres, o Moro é um restaurante de comida mediterrânea. Informal e confortável, achei ideal para ir almoçar, principalmente se o dia estiver bonito, já que  uma parte do restaurante tem teto de vidro (tive muita sorte com o tempo na semana que estive por lá). A cozinha é aberta e dá pra ver a quantidade de especiarias e temperos nas prateleiras – dá tanta vontade de cozinhar… O menu é reduzido e fiquei com a impressão de que eles trocam alguns pratos de tempos em tempos.

Pedi o prato preditleto da Flora – o Mezze de vegetais. A quantidade de comida é ridícula – dava pra duas pessoas (mulheres) dividirem o prato tranquilamente. O prato veio com porções de pastas (coalhada, homus, babaganuj), vegetais, uma saladinha de quinoa, outra de lentilha, tudo muito bem temperado e levemente picante, e acompanhado por um pão d-i-v-i-n-o.

Mezze de vegetais no Moro

O Brunno, meu colega de trabalho, provou o cordeiro com batatas. Ele não comentou muito sobre o cordeiro, mas aparentemente adorou as batatas e o molho.

Cordeiro no Moro

O Moro não é um restaurante caro, a conta ficou por volta de £20 por pessoa. Na mesma rua do Moro tem vários restaurantes simpáticos e quando passamos por lá, tinha uma feira de comida (comida pronta, como paella, tacos e pratos indianos) que parecia ser muito boa. Compramos brownie numa barraquinha de tortas, que estava delicioso.

Tom’s Kitchen

O Tom’s Kitchen é parada obrigatória. Fica em Chelsea, num bairro chicoso e bem bacana para passear. Esse é o restaurante mais acessível do chef Tom Aiken. Não (des)iluda-se com a fachada tímida e menu despretencioso. Os pratos (clássicos) estavam simplesmente perfeitos. O saboroso e não muito temperado (ainda bem!) steak tartar vem com a gema amarelíssima (certamente de uma galinha caipira) para que o próprio cliente prepare o seu mix.

Steak Tartar no Tom’s Kitchen

Mas o prato imperdível é o cordeiro confit cozido por 7 horas. O cordeiro é orgânico e vem de uma fazenda famosinha por lá (comentarei mais adiante). A carne extremamente macia e o molho surpreenderam. E, apesar de ser uma carne cozida na gordura, era bem leve. Tenho vontade de comer de novo.

Cordeiro confit no Tom’s Kitchen

Esse restaurante é um pouquinho mais caro, a conta ficou perto de £40 por pessoa. (Os restaurantes costumam colocar no site menu com preço, o Tom’s Kitchen tem).

Tapas Room at the Providores

Esse é outro restaurante informal de um chef bacana. O Tapas Room at the Providores é a versão casual do restaurante do chef Peter Gordon. Bem acessível e muito animado, vale a pena ir num grupinho (4 pessoas é ideal). O menu de tapas é enorme e com mais gente é possível provar boa parte dos pratos. O salão é pequeno e super lotado. Logo que chegamos, achei que não tinha sido uma boa idéia. Estava muito cheio, e sentamos numa mesa-balcão comunitária. Mas depois que sentamos, a noite foi ótima. Recomendo!

Daylesford Organic

O Daylesford Organic, além de ser uma fazenda que produz alimentos orgânicos, é também um restaurante-lojinha muito muito legal em Notting Hill. No dia de passear na Portobello Road (que tem aquela feirinha estilo Benedito Calixto), o Daylesford é parada obrigatória. Se der, pare para tomar café da manhã – vi umas mesas com pratos apetitosos. Se não der, compre um sanduíche e um brownie (sensacional) e coma nuns banquinhos por ali. E, se não estiver com a mínima fome, entre apenas pra conhecer e eventualmente sair com alguma lembrancinha de lá – é imperdível!

Moro

34-36 Exmouth Market

EC1R 4QE

+44 (0) 20 7833 8336

www.moro.co.uk

 

Jamie’s Italian

19-23 High Stress – Kingston

KT1 1 LL

+44 (0) 20 3326 4300

www.jamieoliver.com/italian

 

Tom’s Kitchen

27 Cale Street

SW3 3 QP

+44 (0) 20 7349 0202

www.tomskitchen.co.uk/chelsea

The Providores and Tapa Room

109 Marylebone High Street

W1U 4RX

+44 (0) 20 7935 6175

www.theprovidores.co.uk

 

Zizzi Ristorante

www.zizzi.co.uk

 

Daylesford Organic

www.daylesfordorganic.com

Publicado por: lilicasinger | julho 17, 2011

Amazônia

No último feriado fui pra Amazônia: a experiência de ficar hospedada da copa das árvores (ficamos no Juma Lodge) foi incrível. Não tivemos grandes experiências gastronômicas, mas vou contar aqui o que provei e aprendi por lá.

O acesso a região é muito difícil – fica a três horas de lancha rápida de Manaus. Além disso, o hotel possui um gerador que funciona apenas algumas horas por dia, impedindo assim, armazenar qualquer ingrediente em geladeiras.  Exatamente por isso comemos todos os dias peixes fresquíssimos como tambaqui e tucunaré. O dia mais especial foi quando prepararam um caldo de piranhas com as piranhas que pescamos no mesmo dia (a piranha tem muita espinha, mas o caldo estava bem saboroso). A comida do hotel era bem gostosa, mas bem carregada no coentro (quem não gosta, sofre, porque eles colocam coentro em tudo!).

Caldo de piranha – com piranhas que pescamos no mesmo dia!

Em um dos nossos passeios, pudemos conhecer como é o preparo da farinha de mandioca, que é o principal ingrediente da alimentação dos nativos da região. O preparo é demorado, já que a raiz possui um veneno forte e que só é eliminado durante o cozimento ou fermentação da raiz. Normalmente boa parte da família se reúne para o preparo da farinha. Da mesma mandioca é extraído o tucupi, que vira um “molho” amarelo que acentua o efeito anestésico do jambu.

Uma parte do longo preparo da farinha de mandioca

Outra quase- experiência foi no dia que fizemos uma caminhada no meio da floresta e tivemos uma aula de sobrevivência na selva. O guia nos mostrou lesminhas que nascem dentro dos coquinhos, onde ficam as sementes de castanha-do-pará, e que podemos comer num momento de desespero. É claro que eles queriam que a gente comesse ali mesmo (e eles comeram dizendo que tinha gosto de côco). O único corajoso foi meu cunhado que só comeu uma lesminha depois de frita, quando chegamos no hotel.

Lesminhas para sobreviver na selva, alguém topa?

De volta a Manaus, provamos uma das iguarias: o x-caboquinho, que é um sanduíche no pão francês servido com queijo de coalho, banana e tucumã. O tucumã é uma fruta típica mas que achei totalmente sem gosto. O sanduíche fica gostoso pela combinação do queijo com a banana mesmo.

Quem quiser mais dicas da viagem, pode perguntar aqui ou mandar email! Eu recomendo a experiência!

 

 

Publicado por: lilicasinger | julho 17, 2011

7 Molinos

O mesmo dono da Oliviers & Co (uma botique de azeites) abriu este ano no Jardins uma padaria (ou melhor, uma boulangerie). A 7 Molinos, com varandinha charmosa e uma vitrine de pães sensacional fica na Alameda Lorena, pertinho da Bela Cintra. Chegamos para tomar café no domingo de manhã e conseguimos uma mesinha na parte de fora.

O café da manhã aos fins de semana é um buffet, eles não tem cardápio (não gosto muito desse tipo de café da manhã: come-se demais e nem sempre tem os pães que você quer). Mas conseguimos pedir os pães no balcão e ganhamos manteiga, geléia e cream cheese para apreciá-los lá mesmo. Escolhemos a ciabatta, que estava incrivelmente fresca e macia (não é exagero, nunca comi nenhuma outra parecida). Para completar, provamos o divino croissant de amêndoas – eu já era apaixonada pelo croissant do Pain de France (em Pinheiros), mas o do 7 Molinos é mais leve e mais saboroso.

Para completar, os pães são servidos em tábuas de porcelana mais do que charmosas. Vale a pena provar, e visitar sempre!

7 Molinos

Alameda Lorena, 1914

Tel: 3063-4433

www.7molinos.com.br

Publicado por: lilicasinger | julho 13, 2011

Mocotó

Durante duas horas só pararam carrões na esquina da Av Nossa Senhora do Loreto com a Av Gustavo Adolfo (no coração da Vila Medeiros). Depois de receber diversos prêmios e aparecer frequentemente na mídia, o Mocotó vive lotado. Chegamos ao restaurante localizado num bairro simples da zona norte por volta das 12h30 no domingo. A fila na porta era assustadora. A “hostess” já alertou: no mínimo 1 hora de espera. Estávamos tranqüilos e arranjamos um banquinho na porta pra aproveitar as caipirinhas durante a espera. A previsão para uma mesa só aumentava conforme passava o tempo: as pessoas que chegaram perto das 13h30 escutavam um nada animador “no mínimo 3 horas de espera”. As caipirinhas são deliciosas: provei de amora com uva verde, manga com pimenta e a de três limões, mas ainda acho o Veloso imbatível nesse quesito. A bebida que tem muita saída é a cerveja quente: cerveja servida com cubos de gelo, limão e pimenta mexicana na borda do copo. É interessante, mas mesmo os fãs  cerveja acabam preferindo as nossas tradicionais geladas. A longa espera não é tão sofrida, já que é possível provar entradinhas na porta do restaurante. Provamos o queijo de coalho com mel do engenho, uma delicia, mas é apenas queijo de coalho. Os cubinhos de tapioca com queijo são os mais pedidos, e de fato, tem uma cara muito apetitosa (não provei porque eram fritos, apesar do garçon me garantir que eram muito sequinhos!). Provamos também o mini escondidinho de carne seca, gostoso, mas achei que veio pouquinha carne, e o purê de galinha com farofa de cuscuz: bem saboroso, a farofa era bem crocante, mas estava salgado demais.Depois de quase duas horas, conseguimos sentar finalmente (já sem muita fome). O ambiente é bem simples, com garçons zanzando o tempo todo e o bar com a parede inteira de cachaça rodando a mil. A trilha sonora: um forró tradicional, baixinho e agradável. Queríamos provar o baião de dois, e pensamos em pedir o grande, para dividir (custa por volta de R$25). A garçonete alertou que era grande demais e que deveríamos pedir o médio (R$ 17). Ela tinha razão, o médio já era grande demais para duas pessoas. Estava muito bom, mas ainda achei um pouco salgado demais.De sobremesa pedimos o bolo de chocolate com cupuaçu e sorvete de creme, que segundo a garçonete era a melhor sobremesa de la. O bolo vem quentinho e úmido e contrasta com o azedinho do cupuaçu, uma delicia. A conta deu aproximandamente R$ 60 por pessoa, o que foi bem pouco, dado a quantidade de comida e bebida que provamos. Vale a pena? Vale a experiência, sem dúvida, só não sei se voltarei lá tão logo: o bairro é bem fora de mão pra mim, e encarar 2 horas de fila só num dia de muito bom humor!

Queijo de coalho com mel do engenho

Escondidinho de carne seca

Purê de galinha com farofa de cuscuz

Baião de dois

Bolo de chocolate com cupuaçu

Mocotó

Av Nossa Senhora do Loreto, 1100

Tel: 2951-3056

www.mocoto.com.br/

Publicado por: lilicasinger | julho 2, 2011

Almoços no Itaim

Depois de mais de 3 anos almoçando diariamente no Itaim, mudei de emprego (e consequentemente de bairro). E depois de 3 meses no trabalho novo, já sinto falta dos deliciosos almoços do Itaim. Deixarei a dica dos meus lugares (e pratos preferidos).

Minhas massas preferidas ficavam no Sweet Pimenta (o nhoque de mandioquinha com filé mignon é divino, e eu nunca consegui provar outro prato por lá). No Octavio café tem uma massa integral com coalhada sensacional (já falei dela por aqui). E tem também o delicioso Millesapore, que é um lugarzinho simples, mas que o dono é italiano e todos os dias ele serve 2 tipos diferentes de massa, uma opção de entrada e uma sobremes (o sorvete de iogurte com frutas vermelhas é divino).

Para refeições mais leves, meus preferidos são: Madureira sucos (com a torta de frango + sucos diferentes), o Befresh, que tem saladas deliciosas e o Riso, que serve uma comida caseira/ orgânica muito boa.

Restaurantes por quilo sugiro o Grano e o Doce Arte (esse não pelo almoço em si, mas pelas sobremesas que são sensacionais. Lá tem a melhor torta de limão que já provei na vida!)

Nhoque de mandioquinha no Sweet Pimenta

Saladas no Befresh

Millesapore

Macarrão no Octavio Café

 

Logo mais terei dicas de lugares no Jabaquara!

 

Publicado por: lilicasinger | março 30, 2011

Chakras – RW

Até agora acho que foi uma das minhas melhores experiências em RW. O ambiente é de encher os olhos (fui de dia, mas acho que a noite deve ser bem romântico). Sentei numa mesa grande com sofás, que aparentemente era super confortável (e era, de fato, para bater papo, mas não para comer), mas foi difícil achar uma posição na hora que a comida chegou.

As opções de entrada eram creme de tomate com sorvete de manjerição e picante de pepperoni ou salada de papaya com folhas verdes. Todos da mesa (estávamos em 6) pediram o creme de tomate e metade amou, metade odiou o prato. Eu amei, o sabor era intenso sem ser ácido demais e nem picante demais, mas não achei que o sorvete tinha gosto de manjericão (estava bem doce).

Creme de tomate com sorvete de manjericão

Como prato principal, pedi o medalhão (!) de galinha caipira com couscous de frutas cristalizadas e molho de gengibre. Esse prato era similar ao que pedi no O Pote do Rei e achei que o frango estava mais saboroso no Chakras, porém o couscous estava melhor no O Pote do Rei. O gosto de gengibre era bem sutil no molho, mas etava muito gostoso.

Medalhão de galinha caipira com couscous com frutas cristalizadas

As outras opções de prato principal eram Entrecôte grelhado com batata sauté (que, segundo meu amigo, estava muito bom) e Risoto de Lula, que aparentemente era um risoto gostoso, porém com poucas lulas.

Entrecôte grelhado com batata sauté

A sobremesa estava divina: Mousseline de chocolate no crocante de avelâs com coulis de framboesa. A mousseline foi preparada com chocolate de qualidade e não estava nem doce demais nem amarga demais. A textura da sobremesa (entre um mousse e um creme) estava perfeita.

Mousseline de chocolate com coulis de framboesa

Durante o evento eles não fizeram reservas. Chegamos para almoçar no sábado as 13h e sentamos assim que chegamos. No entanto, imagino que a casa deva encher para o jantar. Recomendo que ligue antes de sair.

 

Chakras

Rua Melo Alves, 294

Tel: 3087-8900

Publicado por: lilicasinger | março 29, 2011

NYC

Fomos para NY com muitas dicas de amigos, principalmente da Cintia, que morou lá durante alguns anos. Em apenas 4 dias experimentamos muitos restaurantes, e tivemos a melhor experiência gastronômica da vida: jantamos no Eleven Madison Park Restaurant, mas esse merece um post especial.

Nosso hotel não tinha café da manhã, então aproveitamos para experimentar alguns lugares diferentes para se tomar café. O campeão foi o Le Pain Quotidien, que é uma padaria requintada e que serve apenas comidas orgânicas. O iogurt parfait é delicioso, mas achei pouco doce. Como eles servem geléias na mesa (como se fosse mostarda e ketchup em lanchonetes), adocei o meu iogurte com uma geléia de frutas vermelhas e ficou sensacional. Eles tem unidades pela cidade toda (e pelo mundo todo também!). Nós fomos na 7th com a 58th, que fica bem pertinho do Central Park. (Não foi um café da manhã muito barato, mas valeu a pena).

Organic Iogurt Parfait – no Le Pain Quotidien

Quando fomos passear no Soho, almoçamos no Spring Street Natural. Como já diz o nome, o restaurante é especializado em comidas naturais e saudáveis. Fomos com a indicação de um hamburguer vegetariano (de nozes), que foi o Thiago quem pediu, já que era frito. As saladas são lindas e enormes. É possível pedir uma salada e um prato para dividir entre duas pessoas.

Asian Salad no Spring Street Natural

Bem pertinho do Spring Street Natural fica o Rice to Riches, que é uma casa especializada em arroz doce (!). São diversos sabores (desde o tradicional com canela até de choclate chip) e todos vem com escolha de toppings. Eu achei exótico, mas o lugar estava completamente lotado. Vale a pena conhecer, é gostoso, diferente e o lugar é bem cool, com frases engraçadas escritas nas paredes.

Arroz doce de mascarpone com cerejas secas no Rice to Riches

Fomos passear no Meatpacking District durante o dia, mas lá é um bairro noturno com baladinhas e bares. Fomos num restaurante asiático lá que além de tem um ambiente lindo, tinha uma comida fantástica. Provamos o bacalhau fresco (da foto abaixo) e um frango com laranjinhas kinkan.

Bacalhau no Spice Market

Outro dia queríamos visitar o TAO, que fica próximo da Fao Schwartz, mas estava fechado. Tentamos também o Nobu, que era próximo dali, mas também estava fechado (era uma segunda feira). Decidimos ir ao Cosi, que é uma rede de restaurantes que serve saladas e sanduíches no estilo do NYC NYC que tinha aqui em São Paulo. Como não tínhamos endereço, saímos procurando pelas ruas. Desistimos quando vimos um restaurantinho simpático no térreo de um prédio todo envidraçado e com uma árvore (com passarinhos (!)) dentro. Era o Obika Mozzarela Bar. Provamos a sopa de tomate (deliciosa) e a burrata (incrivelmente cremosa) com alcachofras. Estava tudo delicioso, mas achamos um pouco caro, e no fim das contas, quando saímos de lá vimos um Cosi na esquina.

Burrata no Obika Mozzarela Bar

No dia que fomos na Broadway, jantamos no Junior’s (fica bem pertinho da Times Square). Entramos lá apenas para provar o cheesecake, que segundo minha irmã, é o melhor cheesecake que ela já comeu. Mas logo que o Thiago viu os hamburgueres nas outras mesas, não resistiu. Provamos o hamburguer que estava saborosíssimo e ainda mal-passado do jeito que a gente gosta. Provamos o cheesecake, obviamente, e estava delicioso. É um cheesecake bem denso, e exatamente por isso, acho impossível comer um pedaço sozinha.

Hamburguer no Junior’s

Cheesecake no Junior’s

Só conseguimos entrar no Max Brenner (pertinho da Union Square) na nossa segunda tentativa. A primeira era um sábado a noite e estava tão lotado, que era impossível esperar por mesa lá dentro. Voltamos num dia de tarde, e daí sim tivemos tempo para visitar a lojinha de chocolates e escolher com calma alguma sobremesa legal. Max Brenner é um loja/ restaurante especializada em chocolates, mas serve também comidas salgadas. O cardápio é de babar. Escolhemos um fondue de picolé, que veio com dois picolés Magnun pequenos e sem cobertura acompanhados com uma calda de chocolate derretido e bolinhas de chocolate e crocante para se lambuzar. Olhando a foto da pra ter uma idéia da tentação:

Fondue de Sorvete no Max Brenner

Nossa última parada foi no Eataly – um mundo da culinária italiana inaugurado há pouco tempo pelo Mario Batali. O mercado é enorme (tem inclusive um mapinha para você conseguir se localizar lá dentro). É um misto de mercado, com partes especializadas em massas, chocolates, queijos, açougues, peixarias, mas também tem 3 restaurantes lá dentro que servem comidas típicas de diferentes regiões da Itália. Nós fomos no de massa, e eu comi um penne com molho de tomate e mussarela de búfala divino. O Thiago provou a pizza, que estava boa, mas é incomparável com as que temos aqui em SP. Depois tomamos sorvete (na sorveteria que tem la dentro) e café, também lá dentro numa cafeteria com muitas opções de café.

Açougue no Eataly

Macarrão no Eataly

O jantar no Eleven Madison ficará para outro post.

Le Pain Quotidien – http://www.lepainquotidien.com

Eataly – http://www.mariobatali.com/restaurants_eataly.cfm

Spice Market – http://www.spicemarketnewyork.com

Junior’s – http://www.juniorscheesecake.com

Obika – http://www.obika.it/english/restaurant-in-new-york.html

Max Brenner – http://www.maxbrenner.com

Spring Street Natural – http://www.springstreetnatural.com

Publicado por: lilicasinger | março 27, 2011

Sweet Pimenta – RW

O Sweet Pimenta sempre foi um restaurante que eu gostei de almoçar. Nessa edição do RW, fui à unidade que fica dentro do Shopping D&D. O ambiente nessa unidade é menos charmoso do que a do Itaim Bibi. Cheguei cedo e consegui uma mesa rapidamente. Perto das 13h, a fila na porta já era imensa.

As possíveis entradas do menu eram caprese de berinjela ou carpaccio de surubim. A caprese de berinjela, além da apresentação mais bonita, estava mais gostosa.

Caprese de Berinjela

Carpaccio de surubim

Como prato principal era possível pedir trouxinhas de massa recheadas com confit de pato ao molho de laranja, que estava delicioso e leve. Achei o molho de laranja suave, e ao contrário do que tinha imaginado, não estava enjoativo.

Trouxinhas de massa recheadas com confit de pato ao molho de laranja

O outro prato principal era paillard de mignon recheado com queijo brie e risoto de cogumelos. Esse prato estava divino. Tanto o filé quanto o risoto estavam perfeitos, saborosíssimos.

Paillard de mignon recheado com queijo brie e risoto de cogumelos

A sobremesa era um trio de mini sobremesas: mousse de chocolate, mousse de manga e tortinha de maçã. Alguns pratos da mesa vieram com sorvete ao invés de mousse de manga, mas ninguém se incomodou em nos avisar da alteração. A sobremesa deixou a desejar, definitivamente não estava nos padrões da casa e do resto do menu do RW.

Trio de mini sobremesas

Para mim, a única parte chata de almoçar no Sweet Pimenta do D&D é que o estacionamento do Shopping custa caros R$ 18. Quem for cliente da Porto Seguro tem desconto de 30%, já que o estacionameno é Estapar.

 

Sweet Pimenta

Av. das Nações Unidas, 12551 – Shopping D&D

Tel: 3043-9850

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